08/07/2006 14:54
THE END
Ao contrário do que informei abaixo, estou encerrando o blog definitivamente. Motivo principal:... CANSEI!
Aos tubamigos não se preocupem que não esquecerei de vocês!
Em três semanas os comentários serão desativados. O conteúdo antigo continuará disponível até que o Blig o delete.
Tchau!
enviada por Eduardo Mendes
04/07/2006 00:15
Tubaranhão Agora Mensal
Retornei com atraso a São Luís há três semanas, mas totalmente recuperado, com as baterias recarregadas. Então meu computador, que já não andava legal, pifou de vez. Tentei concertar (trocar peças), mas achei melhor comprar um novo, que só foi entregue pela loja na segunda-feira (26/06). Porém viajei a trabalho na terça e retornei na sexta. Passei o final de semana configurando e organizando o novo computador.
Depois de tanto tempo sem navegar na blogosfera - pois não há computador na casa dos meus pais em Tubarão e eu odeio usar computador dos outros para diversão e considerando que nos próximos meses ou anos terei de fazer freqüentes interrupções nas atividades do blog, por motivos profissionais e acadêmicos e necessidade de limitar as horas na frente do computador, pensei encerrar o Tubaranhão, para retomá-lo mais tarde, daqui a alguns anos, em outro contexto, e em conjunto com alguns amigos (acho que para evitar interrupções imprevistas e cansaço nos leitores, é melhor que um blog seja uma atividade coletiva).
Entretanto, dói-me ter de finalizar o Tubaranhão tão cedo, considerando que tenho muitos planos para incrementá-lo e torná-lo algo mais elaborado. Foi, então, que decidi torná-lo MENSAL apresentando um resumão do mês sempre na primeira semana. As visitas aos tubamigos também ocorrerão uma vez por mês. E assim se manterá nos próximos meses ou anos enquanto desenvolvo outros projetos.
Está em andamento o projeto de um site de divulgação científica que pretendo inaugurar no final de 2007. Dedicar-me-ei a isso nos próximos meses.
Os blogs anexos continuarão sendo atualizados no mínimo uma vez por mês.
PRIMEIRA ATUALIZAÇÃO MENSAL DO TUBARANHÃO: primeira semana de agosto.
enviada por Eduardo Mendes
27/06/2006 00:18
Retornando...
enviada por Eduardo Mendes
23/04/2006 10:18
Quem está vivo sempre aparece
Depois de ter ido parar várias vezes no hospital e ter sido socorrido por amigos em São Luís (tive uma crise de stress que detonou uma série de complicações fisiológicas - pressão altíssima, por exemplo - achei que ia morrer), peguei um avião às pressas e vim para a casa dos meus pais em Tubarão, Santa Catarina. Estou me recuperando no sítio da família e sem computador. Na terceira semana de maio eu retornarei à São Luís, com certeza já recuperado, e continuarei com o Tubaranhão no mesmo ritmo.
Agradeço a todos que se preocuparam comigo. Assim que puder, agradecerei cada um pessoalmente (em seus blogs). No momemento estou de repouso e passo bem.
Valeu tubamigos!
De Tubarão-SC, curtindo um início de inverno!
enviada por Eduardo Mendes
09/04/2006 14:48
AVISO AOS TUBAMIGOS
Passei mal na terça-feira passada e, desde este dia, estou afastado de todas as minhas atividades até a completa recuperação. Por recomendação médica, ficarei afastado da Internet por alguns dias.
Obrigado a todos!
enviada por Eduardo Mendes
04/04/2006 00:24
Só faltou o Tereré!
Do mundo virtual ao mundo real e vice-versa:
O trecho acima é da carta que a tubamiga Paola me enviou com um CD de Almir Sater anexo. Foi com grande alegria que recebi esta correspondência, parte pelo presente com as músicas de um cantor que eu admiro e curto muito, mas principalmente pela carta que adquiriu um significado especial para mim.
Foi a primeira vez que recebi uma correspondência de alguém que eu conheci e fiz amizade pela Internet (a emoção da primeira vez). Depois me fez refletir sobre o fato de toda tecnologia, o mundo virtual, não substituir certas coisas ou ações do mundo não eletrônico que carregam uma simbologia que imprimem um caráter mais humano, mais aconchegante e mais afetivo aos objetos.
Quando abri a correspondência da tubamiga que apenas a conheço virtualmente e li a carta (escrita a mão), senti algo muito diferente dos e-mails que comumente recebo. Pareceu mais humano, mais real, mais vivo! Pelo correio tradicional sente-se melhor a distância que nos separa do amigo. A instantaneidade da internet fez diminuir a sensação de longitude, pois tanto faz recebermos um e-mail do vizinho ou de um amigo lá do Japão, chegarão quase ao mesmo tempo na nossa caixa postal eletrônica. Isto é positivo por um lado, mas por outro mata a sensação prazerosa de receber algo vindo de longe, muito longe.
Outra coisa que a internet jamais conseguirá reproduzir é o calor humano presente em algo que esteve na mão da outra pessoa e a caligrafia dela, mostrando um pouquinho da sua personalidade, bem diferente da transmissão digital que sempre será fria em sua essência. Uma carta manuscrita chegando lentamente pelo correio sempre terá um apelo emocional maior que um e-mail chegando apressadinho e apertadinho pelos fios.
Confesso que fazia tempo que não recebia uma carta escrita a mão. Receber um mero e-mail ou uma carta manuscrita podemos comparar, respectivamente, com a diferença entre estar numa sala de bate-papo conversando com vários amigos virtuais e estar numa roda de amigos batendo papo embaixo de uma árvore numa tarde de verão. O que você escolheria? O que é mais aconchegante, caloroso?
A Paola diz acima que acha que a maioria das pessoas não praticam mais isso [escrever carta como antigamente]. Mas, segundo os Correios, o número de correspondências enviadas em todo o Brasil tem aumentado. Um dos motivos do aumento do número de cartas, paradoxalmente, é a quantidade cada vez maior de pessoas se comunicando pela internet. Elas acabam criando laços, escrevendo mais e trocando informações, presentes, cartões e postais.
É um dado interessante e a Paola não está sendo uma exceção nessa nova onda de correspondências eletrônicas incentivando a tradicional.
Paola, digo aqui em público que eu adorei o presente do CD e agradeço muito, muito e muito! Só faltou o tereré! Quanto à carta vou guardar com muito carinho no meu baú de recordações, onde guardo as coisas que foram mais significativas na minha vida. E brevemente estarei retribuindo o presente se possível com canções de artistas maranhenses.
Agradeço também ao matogrossense Sérgio Maidana (blog do Maidana) que inicialmente é quem me enviaria este presente, mas a Paola se ofereceu para mandar no lugar. Tudo começou do fato de eu não conseguir achar um CD de Almir Sater nas lojas de São Luís. As músicas regionais geralmente costumam ficar confinadas nos estados de origem e arredores. Gaúcho da Fronteira, por exemplo, também não se encontra em São Luís.
E assim, ao som de Almir Sater, o Tubaranhão vai
Tocando em Frente
Composição: Almir Sater e Renato Teixeira
Ando devagar porque já tive pressa
Levo esse sorriso porque já chorei demais
Hoje me sinto mais forte, mais feliz quem sabe
Só levo a certeza de que muito pouco eu sei, eu nada sei.
Penso que cumprir a vida seja simplesmente
compreender a marcha, ir tocando em frente
Como um velho boiadeiro
levando a boiada, eu vou tocando os dias
pela longa estrada eu vou, estrada eu sou
Todo mundo ama um dia, todo mundo chora
Um dia a gente chega, em outro vai embora
Cada um de nós compõe a sua história
Cada ser em si carrega o dom de ser capaz
De ser feliz
Conhecer as manhas e as manhãs
O sabor das massas e das maçãs
É preciso amor pra poder pulsar
É preciso paz pra poder sorrir
É preciso a chuva para florir
São obras-primas poéticas como essas que salvam o Brasil, dominado por ratazanas que habitam os esgotos da política. É o som do Pantanal abafando o ruído do Lamaçal da corrupção.
OBSERVAÇÃO: Para quem não sabe, o tereré é uma bebida matogrossense, semelhante ao chimarrão. No entanto, o mate é ligeiramente torrado e deixado em repouso durante 8 meses em local seco para só, então, ser consumido com água fria. Note bem! Com água fria, diferentemente do chimarrão. O recipiente usado para se colocar a erva é a Guampa, que é um chifre cortado ao meio preparado para ser utilizado como um copo, e o instrumento por onde o mate será sugado se chama bomba. Mais informações no site Clube do Tereré.
Teste de Fidelidade
João Kleber passou por um teste de fidelidade na semana que passou, tendo a casa assaltada. Fidelidade porque agora ele pensa ir embora do Brasil. Esta muito violento aqui!
Parte da violência deriva da desigualdade social que deriva da desonestidade política que deriva do baixo nível educacional da população que o João Kleber, com seus programas cretinos, fez nada para que isso mudasse. Agora ele quer deixar o Brasil achando que não é com ele ou que não é problema dele também. O tiro saiu pela culatra, heim, véio!?
Este é o verdadeiro teste de fidelidade do João Kleber em que o traidor é ele próprio, fugindo da raia, quando possui poder de persuasão suficiente para ajudar a mudar a realidade do país.
Em outras palavras: é um cínico que não fará falta no Brasil!
Saia da Caixa Você Também!
Encerrei minha conta na Caixa Econômica Federal no final da década de 90. Antes o slogan era vem pra Caixa você também, vem!; depois da quebra de sigilo do Francenildo é melhor dizer saia da Caixa você também, saia!.
De longe tudo é mais lindo
Você já passou por aquela situação de ver de longe uma mulher linda, mas quando ela se aproxima você se espanta ao perceber que a beleza era apenas uma ilusão de distância? Pois está acontecendo algo parecido com o astronauta brasileiro Marcos César Pontes, que está a bordo da Estação Espacial Internacional (ISS) e que afirmou aos encarregados brasileiros da missão, que sentiu "muito orgulho" ao ver o Brasil pela primeira vez.
Segundo ele, ver a Terra do espaço lhe trouxe uma sensação de paz muito grande (ilusão de distância), para depois completar: "Quando eu vi o Brasil pela primeira vez durante o dia, tive uma sensação de muito orgulho".
Se ele usasse uma poderosa luneta e a direcionasse para alguns pontos estratégicos da Terra, como os subúrbios de Bagdá, a casa da mãe Joana do Congresso Nacional, uma periferia do Sudão, uma boca de fumo de uma favela do Rio, etc., ele mudaria de idéia.
No entanto, a Terra vista lá de cima (com a sujeira toda invisível) deve ser mesmo linda, uma experiência excepcional.
Eflúvios Literários
Estreei como colaborador esporádico no blog de crônicas e contos Eflúvios Literários de um grupo de amadores com um forte ímpeto pela escrita. No meu caso pessoal eu não me chamaria de escritor amador, mas um metido a escritor. O link do blog encontra-se na seção Tubosfera no topo.
Meu texto Quer, quer; não quer, tem quem quer foi publicado no dia 31 de março. Fala dos homens, depois dos 30, que não mais possuem tempo sobrando para conquistas delongadas.
Diga não à privatização das universidades públicas
Alckmin já avisou que se ganhar a eleição vai retomar as privatizações, e as universidades federais estão na lista (acabar-se-á a ciência básica no país como denuncia a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência em manifesto internacional). É bom já irmos nos acostumando e ficarmos logo na posição de quatro. Aliás, não precisa, já estamos há um bom tempo. Só falta o estupro final! E a culpa sabe de quem é? De Pedro Álvares Cabral!
Na semana passada, discuti sobre as privatizações das universidades públicas com o tubamigo Carlos do Eu Odeio Lula (veja no Tuba Réplica - link no topo). Começamos divergindo bastante, mas acabamos no final convergindo em alguns pontos. Alguns acham que estou apenas tubolemizando, mas acho importante que haja bastante reflexão sobre o assunto, para que ninguém se arrependa mais tarde quando derem o tiro de misericórdia no pensamento livre.
De São Luís-MA, a todos os carteiros do Brasil!
enviada por Eduardo Mendes
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